A escada e a vida

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little-explorers-168263_1920Hoje pela manhã, estava passando um programa na tv em que diversos artistas discutiam o tema ‘felicidade’. Um dos participantes fez um comentário que chamou minha atenção:

A gente às vezes pede muito, a gente às vezes olha muito para os gigantes da vida e esquece de agradecer pela vida que a gente já tem. Por mais difícil que seja, vamos agradecer.

Essa fala ficou ecoando na minha mente por todo o dia, e me trouxe um novo post.

É incrível como o futuro tem o poder de nos arrebatar todos os dias. Temos sempre em mente aquilo que queremos, onde queremos chegar, quem queremos ser, com quem queremos estar… mas em meio a tantos anseios acabamos nos perdendo e esquecemos de tudo aquilo que já conquistamos até aqui. E cada dia que passa se torna só mais um dia, mais um dia a caminho do que ainda nao obtivemos.

É como se você tivesse uma escada com muitos degraus pra subir… E a cada degrau, você só pensasse em quantos faltam, sem ficar feliz por todos aqueles que você já subiu. E nessa jogada, vivesse dia e noite… Frustado porque ainda não alcançou o topo. Neste exemplo, o topo da escada é a realização do seus sonhos, das suas metas.  E diferente do que aparenta, não é que você nunca avança ou que o topo está sempre tão distante… Mas você nunca para pra pensar no que já conseguiu avançar. Porque quando mal conquista alguma coisa, já está hipnotizado pelo que ainda não alcançou. E é como se tudo aquilo que ainda falta ser alcançado invalidasse tudo aquilo que você já conquistou. E é isso que acaba com nossos dias.

Sabe, não é justo invalidar nossas conquistas até aqui. Afinal, o lugar em que nos encontramos hoje é fruto da jornada que já demos conta de caminhar um dia. O hoje é o futuro do ontem; o degrau em que estamos hoje foi aquele pelo qual já nos esforçamos muito pra alcançar. Ignorar essa conquista é ignorar a realização do que já sonhamos um dia.

Talvez o lugar em que nos encontremos hoje ainda não seja o topo, mas é o que nos levará a ele; talvez ainda não seja o topo, mas é o que já podemos chamar de “nossa conquista”; E se estamos tristes porque esse lugar intermediário não é tudo que idealizamos, ainda assim devemos celebrar, pois sabemos que as frustrações também são capazes de nos ensinar e nos trazer proveito, não é mesmo?

Uma vez ouvi que a felicidade está relacionada à gratidão. E depois de hoje posso concordar que há muitas verdades nesse conceito. Se ainda não estou no tão sonhado topo da escada, tenho duas opções: posso me frustrar pelo que ainda não alcancei ou ser grata pelo que já conquistei. Tecnicamente, nem a frustração e nem a gratidão vão me fazer pular degraus, mas sem dúvida não é a frustração que vai me deixar mais leve ou me fazer bem; mas a gratidão tornará minha jornada mais gostosa de ser vivida, entende? E é de uma vida que vale a pena ser vivida que estamos falando. Acho que precisamos parar de rotular o topo da escada como “felicidade”, e decidir vivê-la em todos os degraus da nossa vida.

Feriado no campo (:

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Nessa última quarta feira, tive a oportunidade de curtir meu feriado de 19 de março no campo. Nada melhor que deixar a cidade, o trânsito caótico, as buzinas e os compromissos e passar um tempinho ao lado na natureza! O lugar que me acolheu dessa vez foi o Ariege Colonial Hotel, um lugar longe de tudo e de todos, super aconchegante e com a melhor vista da cidade de São Francisco Xavier. O hotel fica a 5 minutinhos do centro da cidade que, a propósito, é uma graça! Mas, se você é mais radical, pode curtir a cachoeira que fica super pertinho também!

Vamos às fotos… aqui tem a suíte com sacada e, ao lado, a vista da sacada! Incrível né!

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E aqui tem a piscina…gente que vista linda! E ao lado, a cachoeira super badalada!
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Se vocês quiserem mais fotos e informações, é só acessar o perfil do hotel no facebook, por AQUI.

E pra ver o vídeo comercial deles, é só apertar o play:

Entrevista da vez: Gisele Souza-Receitas de Minuto

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Hoje estreamos aqui no blog a série Entrevista da Vez, um espaço para conhecermos um pouquinho mais sobre famosos da internet. Em parceria com nossa página Cooking, nossa convidada de hoje é a Gisele Souza do canal Receitas de Minuto!

Marylin Daísa: Apresentação pessoal

Gisele Souza: Oi, sou Gisele Souza, tenho 28 anos moro em São Paulo, não tenho nenhum curso superior, porém tenho o aprendizado da vida, sou Designer de coração,  e ficar no sofá com um balde de pipoca vendo um bom filme ou seriado é o que faço nas horas vagas.

MD:  Qual é sua história com a culinária? Quando começou, quem te ensinou? Conte-nos um pouquinho sobre isso.

GS: Basicamente cresci dentro da cozinha, pois minha mãe sempre estava lá fazendo alguma coisa gostosa e eu adorava ficar olhando ela cozinhar ainda mais quando fazia pães, assim eu também podia ajudar brincando de sovar a massa, mesmo tendo sido criada na cozinha minha mãe nunca parou realmente para me ensinar a cozinhar, então o pouco que sei hoje aprendi observando ela, ou com a nossa querida internet.

MD: Quem é seu grande ídolo na culinária e quem mais te incentiva a seguir nesse ramo?

GS: Olha não tenho um grande ídolo, mas admiro algumas pessoas como Nigella, Jamie Oliver sempre me inspirei no tipo de culinária que eles ensinam e a forma que são seus programas. A pessoas pessoas que mais me incentivam sem duvida é minha Mãe e o Namorado que além de dar apoio, experimentar as receitas, também edita os vídeos e cuida da parte técnica do blog.

MD: O que seu contato com a culinária e a gastronomia te ensinou e que hoje você leva pra vida?

GS: Diria que para ter sabor, textura não precisa ser complicado, basta tem um pouco de calma e criatividade e isso funciona para dentro e fora da cozinha, né?

MD: Quais são seus sonhos e projetos hoje?

GS: Pretendo continuar com o Receitas de Minuto e com ele alcançar mais objetivos e ter mais conhecimento desse mundo culinário. Ultimamente tenho pensado em cursos específicos como Culinária Japonesa ou quem sabe um Técnico em Nutrição, vamos ver onde a vida me leva daqui pra frente.

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MD: Qual é a sua opinião sobre o veganismo e suas versões?

GS: Sou uma admiradora da culinária e apaixonada pela culinária vegana e vegetariana, acho que eles são muito criativos para achar substituições que funcionam para as receitas e sempre me surpreendo com alguma nova forma de substituir isso ou aquilo, por isso sempre que posso procuro visitar restaurantes dos gêneros para conhecer esses novos sabores.

   E aí, gostaram? Para acompanhar mais de pertinho o trabalho da Gisele, é só segui-la em suas redes sociais:

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Para homens e mulheres

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1452551_275484762576436_190135973_nNão estamos falando de feministas ou machistas, não estamos falando de guerra de sexos ou do sexo frágil. Isso não é uma guerra, isso não é uma disputa, não há melhor, pior, superior ou subordinado. Estamos falando daquilo que Deus, em sua infinita sabedoria e seu grande amor, reservou para nós; aquilo que a bíblia nos orienta, aquilo que a palavra de Deus julga ser o melhor para nós. Muitos são os que discordam, os que não crêem ou simplesmente não estão dispostos a vivenciar. Mas abra seu coração para, pelo menos, ouvir um pouquinho daquilo que Deus fala sobre família, desde a conquista até o sexo e a edificação do lar.

Esta é uma entrevista com o Pr Felipe Heiderich, esposo da querida Bianca Toledo. Nestes 50 preciosos minutos, ele fala um pouquinho do papel do homem, seus dilemas perante a sociedade atual e de seus desafios diante de Deus, do casamento e da vida.

Se você é mulher, aproveite para conhecer um perfil de homem quase extinto nos dias de hoje, mas que com certeza vale a pena estar em nossas orações quando pedimos a Deus um esposo.

Se você é homem, aproveite para se inspirar e compreender o que Deus tem pra você. Abrace essa causa e aceite o desafio de ser homem, de ser o homem que Deus te criou para ser.

E lembre-se: absolutamente TUDO o que Deus tem para nós, homens ou mulheres, é bom, perfeito e agradável.

Aperte o play, atente seus ouvidos e abra seu coração, vale muito a pena, acredite! (:

Isso não é auto ajuda

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Ultimamente tenho percebido que as pessoas não sabem a real diferença entre “valor” e “produtividade”. E não saber essa diferença tem gerado frustrações, baixa autoestima e, consequentemente, sérias dificuldades em seus relacionamentos. Talvez, se as pessoas compreendessem que não é preciso que elas ‘produzam’ para que sejam valiosas, sua vida seria mais leve, sem tanta culpa, sem aquela necessidade desnecessária de prestar contas e gerar resultados. Como não quero denunciar os inúmeros exemplos ao meu redor, vou falar da minha história.

Até metade de 2012 eu sempre fui muito ativa. Minha agenda nunca teve espaço para coisas simples, porém importantes, como ler uma revista, curtir a família ou simplesmente descansar. A todo tempo tinha uma check list enorme para cumprir… eram reuniões, trabalhos, ensaios, estudos,..ah que canseira rs. Nesse período eu produzi muito: fiz diversos cursos, dei aulas, me dediquei à pesquisa na faculdade, liderei pessoas e atividades. Entretanto, a partir da segunda metade de 2012 minha saúde se revoltou contra mim e fui forçada a interromper todas as minhas atividades. TODAS. Agora em janeiro/14 completei o décimo quinto mês a não produzir nada. Sem faculdade, sem trabalhos, sem cursos, sem projetos, sem reuniões, sem aulas, sem check lists, sem nada.

Esses quinze meses foram bem difíceis, não apenas pelas complicações em minha saúde, mas também por estar vivendo uma realidade completamente diferente da que eu estava habituada a ter e da que esperavam que eu tivesse. Mas o que me ajudou durante esse período foi saber que a minha produtividade não tem absolutamente nada a ver com o meu valor. Ou seja, por mais que o mundo tente me impor o contrário, seja no ativismo desenfreado ou em casa vendo sessão da tarde; seja em congressos importantes ou no hospital; seja como primeira aluna da classe ou em tratamentos psiquiátricos, o meu valor é o mesmo: irrefutável, inesgotável e grande demais! E isso vale não só pra mim, de forma alguma, mas para todos aqueles que simplesmente existem. E é justamente pra lembrá-los disso que hoje estou escrevendo.

Se você está numa cadeira de rodas e mal consegue tomar um banho sozinho; se você é o funcionário do mês; se você acabou de ser demitido; se você foi promovido; se as pessoas te elogiam o tempo todo; se você perdeu seus poucos amigos; se você passou no vestibular; se você não passou no vestibular; se você simplesmente existe, o seu valor excede o valor de qualquer joia, e você não precisa provar o seu valor para quem quer que seja! Nunca se esqueça disso e não permita que desinformados te digam o contrário.

Esse meu discurso inclui também nossos esforços. Precisamos compreender dois pontos. O primeiro deles é que devemos fazer as coisas de acordo com as nossas forças, foi Jesus que nos orientou assim. Ou seja, se o peso em suas costas estiver muito grande e dar conta de tudo estiver muito difícil, significa que é hora que repensar sobre suas prioridades e aceitar que não dá pra abraçar o mundo. Selecione as atividades que você vai dar conta de administrar, por mais que sejam mínimas, e siga satisfeito. Não ligue para as pessoas que não compreenderem essa sua decisão e te julgarem ou desprezarem, ok? Apenas lembre-se que seu valor é o mesmo, e nenhum atividade a mais ou a menos vai mudar isso, afinal sua produtividade não tem nada a ver com seu valor.

O segundo ponto tem muito a ver com o primeiro e, particularmente, tenho muito o que falar dele rs. Devemos aceitar que há tempo para todas as coisas, a bíblia nos diz isso. Então, se é tempo de rever prioridades, abrir mão do ativismo desenfreado e, de fato, fazer as coisas de acordo com as nossas forças (e não de acordo com as expectativas dos outros), ok. Isso não é um problema, é sabedoria; isso não tem a ver com valor, tem a ver com produtividade.

Respeitar os limites do corpo e da alma é um privilégio de poucos, somente daqueles que abrem mão do orgulho e aceitam que a vida é curta demais pra nos preocuparmos com aquilo que dizem e pensam a nosso respeito. Portanto, tenha sempre em mente quem você é e quão precioso é, pois nem sempre atenderemos às expectativas dos outros, e isso não pode nos afetar.  A partir do momento que você entender essa verdade, sua vida será mais leve, sem tanta culpa, e você não sentirá mais aquela necessidade desnecessária de prestar contas e gerar resultados, pois resultados não revelam seu valor – somente o amor de Cristo revela seu valor, mas isso já é outra história.

Sobre as pessoas

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Tenho observado que todas as pessoas, sem exceção, apresentam algum tipo de problema com sua auto estima. Mulheres e homens, de todas as idades, alturas, tamanhos, colorações, portes e de todas as personalidades não aceitam plenamente quem são. Essa baixa auto estima pode ou não afetar seu comportamento, mas a verdade é uma só: as pessoas não estão satisfeitas!

Eu fico intrigada em perceber que as pessoas são incríveis e não sabem disso, mas pelo contrário, vivem a murmurar sobre quem são e quem gostariam de ser. E não me refiro apenas à carcaça, mas com certeza incluo o bom coração, a sabedoria e como as pessoas tem o poder de cativar e marcar presença onde passam.

A questão é… porque essas incríveis personalidades desconhecem seu valor? Efeitos colaterais da mídia? Falhas na comunicação? Seja como for, acredito que todos nós podemos, aos poucos, reverter esse quadro de insatisfação global. Como? Contando para as pessoas o que elas não sabem. Ou seja… ELOGIE! Elogie sem compromisso, elogie sem reservas, elogie sem pretensões… Não custa nada falar pra alguém como o seu cabelo está bonito, como o seu sorriso é cativante ou como você admira o seu modo de pensar… E assim a gente vai se ajudando, revelando valores e gerando sorrisos (:

Mac sem senha =x

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Galera, hoje tenho novidades! Como meus textos são sempre g.i.g.a.n.t.e.s e, muitas vezes, dá aquela preguiça de ler, resolvi utilizar uma alternativa para que essa preguiça não afaste ninguém do blog :p Ou seja, acabo de gravar um post. Isso mesmo, ao invés de escrever o post, eu gravei um vídeo o// É a primeira vez que faço isso… portanto, peço que relevem a falta de técnica e, inclusive, a baixa resolução de imagem. Espero que gostem o//

 

 

 

 

 

Alguém quer churros?

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churrosEm algum momento aleatório da semana passada, quando eu andava de carro com meu pai, me veio uma vontade repentina de comer churros.

Há exato um mês e um dia, um capítulo novo do livro da minha vida começou a ser escrito. Pra ser sincera, eu gostaria do fundo do meu coração que ele não existisse, mas, como sei que tudo ocorre para o bem daqueles que amam a Deus, o que me resta se não confiar e aproveitar a oportunidade para escrever mais um post?

Tudo começou depois da minha semana de provas quando percebi que meu enjôos eventuais, entendidos popularmente como gastrite nervosa, tornaram-se contínuos e acompanhados de uma terrível fraqueza. Eu estava no acampamento do Eleve quando esses dois sintomas, incrivelmente fora da visão, resolveram ter um caso romântico na minha vida. E então, quando eu já estava bem ruinzinha, fui ao médico, fiz alguns exames  e, pra encurtar a história, eu não tinha nada. Pelo menos para os laudos e exames, porque eu estava mais pra lá do que pra cá, sério. E assim se resumiu o meu Novembro: Marylin de cama, a base de sopinha e sem forças pra digitar sequer um e-mail (literalmente falando).

Moral da história? Fui na endocrinologista, o nível dos meus hormônios estão um pouco baixos e minha tireóide está meio diferentinha também. Na verdade, as coisas estão meio cinzentas, afinal o nível dos hormônios não estão baixos o suficiente para me deixar no estado que estou e enfim, quero um diagnóstico!!!!!

Aí você me pergunta, mas que estado é esse, Daísa? Bom, eu tenho fraqueza o tempo todo… de precisar tomar banho sentada, de não ter forças pra ficar sentada na mesa durante as refeições… eu fico bem quando estou deitada, em repouso. Graças a Deus tenho conseguido assistir as aulas na faculdade, mas vira e mexe bate aquele baque e aí só Jesus. Pra vocês terem uma idéia, semana passada eu não consegui participar de um importante congresso, cuja minha participação era obrigatória, por conta da minha saúde – ou deficiência dela.

Enfim, não quero tornar esse post um episódio do Gray’s Anatomy em que você fica tentando adivinhar o que acontece com o paciente. Mas queria compartilhar o quanto têm sido difíceis esses dias… tenho me ausentado de inúmeras atividades e, quando não chego a esse ponto, minha presença é meramente ilustrativa. Se tinha um período da minha vida em que eu precisava estar forte, era justamente esse! Final de ano, faculdade, espetáculos, festas, viagens, responsabilidades, compromissos. Que coisa, não. E aí, quando toda a avalanche de problemas, preocupações, medos e frustrações resolve se juntar ao movimento, vem aquele peculiar questionamento… Pai, o Senhor está aí? Está me vendo? O que está acontecendo comigo? E agora?

Hoje a tarde, quando cheguei do médico, meu pai, que tinha ido ao mercado, ligou e disse ”quer que eu leve churros?”. Imediatamente me lembrei do momento aleatório da semana passada, em que me veio a repentina vontade de comer churros. Em seguida, me veio apenas um pensamento:

Deus está sim cuidando de mim, e em cada simples detalhe. Ele está atento ao som do meu coração.

É engraçado perceber o poder das coisas simples, poder de abrir nossos olhos para ver a verdade. Quem diria que um churros me faria lembrar que meu Pai do Céu está atento a mim? E que, por mais cinzento que esteja isso tudo, com Jesus no barco, vai tudo bem. Eu continuo meio assustada e com medo desse capítulo da minha vida, não vou mentir. Mas é diferente, porque quando Ele está na história, é sempre diferente.

Quero finalizar com a música, mais uma vez, da Gabriela Rocha: Creio que Tu és a Cura. Não preciso dizer mais nada! rs Sim, vou tomar meus remédios, marcar minhas consultas, mas sempre sabendo que a cura vem dEle e que médico dos médicos é Ele, e que minha força, em contraponto a tanta fraqueza é sempre Ele, Jesus.

E viveram felizes para sempre

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*meninos, na hora de ler, troquem o termo ‘príncipe’ por ‘princesa’, ok? rs*

Durante toda a minha vida acreditei em contos de fadas. Não na existência de uma Bela Adormecida ou uma sereia chamada Ariel; mas sempre tive aquela certeza de que também viveria um Final Feliz com um Príncipe Encantado. Observações, verdades e conclusões importantes a esse respeito:

1. Não é porque você vai viver um final feliz, que só o final vai ser feliz. Não deixemos que a solidão e a fossa, que vira e mexe abalam nossa rotina, tornem-se uma condição contínua em nossos dias, ao invés de serem apenas eventuais. Aquele período pré-Príncipe também pode e DEVE ser cheio de encantamentos. #solteirisseeô

2. Não é porque a #solteirisseeô também terá seus encantamentos, que está tudo liberado. Tsc tsc. Conservemos a cabeça no lugar, ok?

3. Não é porque a solteirisse é uma #solteirisseeô que será recheada apenas de felicitações. Digo isso baseada na lei da semeadura. Você vai colher o que vc plantar. E se você quer colher uma laranja, não adianta plantar um limão. Venhamos e convenhamos! Ou seja, se você quer viver um Final Feliz com um Príncipe Encantado amanhã, hoje deve tomar decisões que te levem a isso! E essas decisões nem sempre serão tomadas com um sorriso no rosto… a semente do Final Feliz exige muito carinho e atenção. Mas acredite, as lágrimas que correm durante certas decisões são as mesmas que nutrem a semente do Final Feliz.

Todo esse processo é realmente muito complexo e trabalhoso; engraçado em alguns momentos rs. Mas, pra dizer a verdade, não são estas dicas e observações que tem me ajudado, encorajado e impedido de desistir e  jogar tudo para o ar; e muito menos me feito crer que de fato tudo vai dar certo. Mas sim a confiança em meu Pai que me ama e cuida mim; a confiança de que Ele já escreveu meu próprio conto de fadas, com um Príncipe Encantado e um Viveram Felizes para Sempre.

Outro dia li um post no Facebook que traduz, perfeitamente, aquilo que vem em minha mente quando me refiro a esse processo de “esperar em Deus “:

“Te esperar é confiar em Deus.

Te esperar é ser capaz de sonhar acordado.

Te esperar é poder ter a certeza de que serei feliz com você, mesmo antes de te conhecer.

Te esperar é poder se divertir com a plateia.

Te esperar é aprender que sou ansioso e paciente ao mesmo tempo.

Te esperar é poder viajar nos pensamentos.

Te esperar é poder te admirar sem te conhecer.

Te esperar é poder ser bobo para algumas pessoas e especial para você.

Te esperar é poder repetir ao levantar e acordar todos os dias a mesma frase: obrigada por tudo, meu Deus.

Te esperar é poder sonhar com seu sorriso.

Te esperar é querer morar no seu abraço.

Te esperar é contar os dias só para poder sentar ao seu lado.

Te esperar é, mesmo sem notar, ser exemplo para algumas pessoas.

Te esperar é ver Deus agir.

Te esperar é imaginar cada dia um pouquinho sobre você.

Te esperar é ter a certeza de que vai valer a pena, sim!

Não te espero porque confio em mim.

Não te espero porque sou forte.

Não te espero porque sou paciente.

Não te espero por um dia.

Não te espero por um ano.

Te espero por uma vida inteira.

Te espero em Deus.”

Outro aspecto que dificulta as coisas nesse período de espera são os NÃOs. E você está ouvindo isso de uma das pessoas que mais ouviram NÃO na vida rs. Estou me referindo aquele impasse: você está sozinha, aí você conhece o amor da sua vida e de repente descobre que ele não é o amor da sua vida. A pessoa tem o poder de ser tão tudo o que você sempre sonhou que você realmente chega a acreditar que, de fato, é o seu Príncipe Encantado, só que não! rs Isso me remete a uma canção do Palavrantiga que fala justamente sobre isso: muitas vezes, quando esperamos de Deus algumas coisas, Ele vem com outras. Tipo quando achamos que o nosso Príncipe chegou, só que não. Mas tudo ok, estamos em paz e, mesmo sem saber como realmente vai acontecer, permanecemos esperando nEle. Afinal,

“Desde os tempos antigos ninguém ouviu, nenhum ouvido percebeu, e olho nenhum viu outro Deus, além de ti, que trabalha para aqueles que nele esperam. ” Isaías 64:4

Uma secularidade relativa

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Eu não vou esclarecer aqui, pelo menos não agora, tudo o que penso sobre a canção secular versus gospel. Mas um pouco do que penso a respeito é o seguinte: essa classificação é muito relativa. E digo isso porque já ouvi infinitas músicas chamadas ‘seculares’ que poderiam muito bem ser cantadas pra Deus.

Há muitos anos atrás, falei sobrei isso com uma prima minha, a Sarah. E mostrei pra ela a música ‘Mais uma vez’, do Jota Quest. A letra é incrivelmente ambígua!! Pra tornar isso mais claro, fiz um clip! rs’ Não está lá aquelas coisas, mas dá pra ver claramente como essa antiga canção, na verdade, parece mais um louvor! hehe’.

Divirtam-se e relevem a simplicidade da obra (x